A Casa Alva, ONG que acolhe mulheres vítimas de violência – bem como seus filhos e filhas –, lançou uma campanha de arrecadação de doces e chocolates para a Páscoa. A mobilização segue até o dia 18 de abril, a fim de estimular a sociedade, tanto pessoas físicas como empresas, a proporcionar momentos de alegria às acolhidas em Itajaí, Balneário Camboriú e São José. A equipe da instituição se encarrega de buscar as doações em locais previamente combinados, para garantir a segurança dos endereços dos abrigos.
“A Páscoa é tradicionalmente um período de renovação e esperança. Por isso, nós queremos proporcionar essa experiência também para as mulheres, crianças e adolescentes atendidas em nossos abrigos. Para muitos, esta será a primeira oportunidade de vivenciar um momento de alegria após episódios de sofrimento. Queremos mostrar que elas não estão sozinhas e que há pessoas dispostas a acolhê-las com amor”, declara Mariana Torres Roveda, gestora social da Casa Alva.

Como doar
Pessoas físicas e empresas interessadas em contribuir podem entrar em contato pelos números oficiais da instituição. Os números são (47) 9 9110-7041 (Balneário Camboriú); (47) 9 8481-9826 (São José); (47) 9 9108-1975 (Itajaí); e (47) 9 9768-4998 (Mariana Torres Roveda).
Além das doações físicas, a Casa Alva também aceita contribuições financeiras via PIX. Quem desejar apoiar a campanha pode transferir qualquer valor para a chave CNPJ: 08.199.466/0002-50. “Como sempre fazemos, haverá prestação de contas com os doadores, garantindo total transparência”, reforça a gestora. A retirada dos itens arrecadados poderá ocorrer de segunda a sexta-feira, durante o horário comercial.
Mais do que um abrigo
Criada há mais de sete anos, a Casa Alva não se limita a oferecer moradia temporária. Além da proteção imediata, a ONG fornece atendimento psicológico e assistência social, orientação jurídica, grupos terapêuticos e suporte para a regularização de documentos – essencial para que as mulheres consigam se matricular em cursos, trabalhar e garantir o acesso dos filhos à escola.
“Nossa missão é oferecer mais do que um teto seguro. Queremos que essas mulheres tenham a oportunidade de recomeçar, reconstruir suas vidas e recuperar sua autonomia”, finaliza Mariana.
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